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I miss the pixels

Emacs

October 29th, 2007

Emacs
Retirado da Wikipédia, com adaptações:

O Emacs é um conceituado editor de texto, usado notadamente por programadores e usuários que necessitam desenvolver documentos técnicos, em diversos sistemas operacionais.

A primeira versão do Emacs foi escrita em 1976 por Richard Stallman. Sua versão atual é 22.1 de 2 de junho de 2007.

O Emacs é considerado por muitos o editor de texto mais poderoso que existe. Sua base em Lisp, especificamente num dialeto de Lisp chamado Emacs Lisp, permite que ele se torne configurável ao ponto de se transformar em uma ferramenta de trabalho completa, uma espécie de “canivete suíço” para escritores, analistas e programadores.

Alguns recursos disponíveis no Emacs:

  • Edição colorida e destacada para programação (seja em Lisp, Assembly, HTML, PHP, Python, ShellScript, C, C++ etc. e etc. e etc.)
  • Aceita configurações para comandos de shell (a EShell)
  • Programável em Emacs Lisp
  • Sua flexibilidade faz com que possa rodar dentro dele até mesmo jogos, navegadores web, clientes de e-mail e news e outros programas
  • Tem embutido um programa de inteligência artificial, que simula uma consulta entre o usuário e um psicanalista (sim, é sério).

Para alguém que tente buscar bons editores de texto que sirvam para um programador, o Emacs sempre aparece como um dos indicados, principalmente se você programar para Linux ou em Lisp. Falam que é um editor extremamente poderoso, configurável, customizável, e que pode servidr como uma boa IDE (Integrated Development Environment – Ambiente de Desenvolvimento Integrado) para qualquer linguagem. Contanto, claro, que o usuário se disponha a aprender a operar o editor, cujos comandos chegam a ser quase crípticos. Por exemplo, da primeira vez que você executar o programa e quiser abrir um arquivo, o que você vai fazer? Em um editor “normal” você esperaria encontrar uma barra de menu com um menu “Arquivo”, e dentro dele um item “Abrir”. Bem, não que o Emacs não tenha um menu – ele tem um que pode ser usado no ambiente gráfico, e até no modo caractere, mas o que se espera do usuário é que ele aprenda a combinação de teclas Ctrl+x Ctrl+f para abrir um arquivo.

Emacs em Windows, com o menuUsando Gnus para ler news

Complicação desnecessária? Pode ser, mas o principal argumento a favor disto é que, aprendendo estas combinações de teclas, com o hábito você será mais produtivo, pois o tempo que é gasto pressionando estas teclas é mais rápido que tirar a mão do teclado, pegar o mouse, mover o mouse até o menu, clicar, mover o mouse novamente até o item “Abrir”, e assim por diante. Ainda assim, se você preferir, você pode usar o menu gráfico e até uma pequena barra de botões. Mas tudo no editor é pensado e direcionado ao uso intensivo do teclado.

Falando assim o Emacs soa mais como um vestibular para nerds, só passa quem decorar um milhão de atalhos enigmáticos de teclado. Ou como uma sala de tortura especializada em punir os usuários de mouse, esses hereges que insistem em prestar culto à setinha do mouse ao invés de se render ao mundo dos atalhos de teclado, o único caminho verdadeiro. Mas tudo tem o seu motivo: a seqüência Ctrl+x Ctrl+f fica facilmente ao alcance da mão esquerda, assim como outras seqüências começando com Ctrl+x (são muitas). E depois, mesmo que pareça difícil demais a princípio, há coisas que facilitam muito a vida – tenha em mente que o Emacs não é um editor de texto customizável, ele é um verdadeiro ambiente operacional programável. E as suas capacidades de ser programado para executar tarefas especializadas vão muito além da mera gravação de macros, coisa que outros bons editores têm. Por exemplo, em que outro editor de texto você conseguiria editar seus arquivos, seus códigos-fonte na sua linguagem preferida, compilá-los e debugá-los, e, dentro do mesmo editor, acessar seus e-mails, participar de discussões em um grupo de news, e até mesmo jogar Tetris? (e com essa última descoberta eu cheguei à conclusão de que não sobrou nenhuma fronteira no espaço para o Tetris: se bobear é capaz dele ter sido gravado até no disco dourado do satélite Voyager e estar chegando agora aos confins do universo.)

Tudo isso, claro, se você se dispuser a entender e domesticar o bicho.

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Eles Vivem

October 22nd, 2007

OBEY
Filme dos anos 80, feito com baixo orçamento, logo espere um filme não tão bem feito e com efeitos especiais sofríveis. E o filme tem disso, mesmo. Mas quer saber? ADOREI este filme. A execução da idéia pode deixar um pouco a desejar, mas a idéia central do filme é tão boa que chega quase a ser coisa de gênio.

Resumidamente, porque eu não gosto de estragar a surpresa de quem assiste um filme: o filme se passa nos anos 80 nos Estados Unidos, em meio à crise econômica americana, onde os ricos ficavam mais ricos e os pobres corriam atrás de emprego, cada vez mais raro. Um cidadão comum desempregado vai de cidade em cidade em busca de emprego. Um belo dia, ele encontra uns óculos escuros que o fazem ver o mundo como ele realmente é… a humanidade está subjugada por uma raça alienígena, que está entre nós, disfarçados de humanos normais. Todo o nosso trabalho é para manter o conforto e o crescimento econômico deles. Há um pequeno grupo de resistência, que fabricou os óculos e está tentando conscientizar as pessoas, mas quase não conseguem – ninguém mais questiona os acontecimentos, as atitudes do governo, os problemas com a sociedade… ninguém mais questiona a realidade, estão todos conformados. E a realidade é que o mundo está cheio das mensagens subliminares dos alienígenas, que podem ser vistas com os óculos, e que mantêm as pessoas nessa atitude submissa e conformista. Eles vivem, nós dormimos.

Um filmaço. Poderiam ter explorado ainda um pouco mais a estória, eu acho, mas vale a pena mesmo assim.

Site oficial do filme, na página do diretor John Carpenter.

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Tema para WordPress: I Miss the Pixels 0.3

October 16th, 2007 | English

Para os saudosistas dos gráficos de jogos do Atari 2600 e do Odyssey2. Com este update ele parece estável o suficiente para ser usado no meu blog, e tem suporte a widgets, com três barras – duas laterais e uma no cabeçalho.

I Miss the Pixels

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Tropa de Elite

October 16th, 2007

Sem muitos comentários pessoais, só fazendo referência a uma matéria lida no Cinema & DVD do Terra:

Wagner Moura disse que, antes de mais nada, fez um filme que mostra a violência pelo olhar de um policial. “Agora, se uma parcela das pessoas que estão assistindo ao filme está querendo o Bope como solução é um posicionamento político por um lado e uma carência absoluta de qualquer política de segurança pública. É nos momentos de caos que os regimes totalitários tomam força”, afirmou.

http://cinema.terra.com.br/interna/0,,OI1959425-EI1176,00.html

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Porque Livre?

October 5th, 2007

Ontem dei uma palestra sobre software livre e de código aberto no I Encontro Nacional do GITEC, ocorrido na sede do Interlegis, que é um programa desenvolvido pelo Senado Federal para modernização e integração do poder Legislativo.

A palestra foi uma espécie de “condensado” de algumas aulas que dou na Pós em Software Livre do Instituto Fátima. O título é ambíguo de propósito; pode ser entendido como “porque usar, ou se interessar por, software livre?” ou como “porque (ou para que) um software é livre?”.

Está disponível para download na página de aulas e palestras.

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